Btw, eu passei na rec de quântica.
Há.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Uma música
I've got you...Under my skin...
Essa música do Sinatra está entre as minha favoritas, difícil negar. Na adolescência, era meu 'hino do amor'.
Os versos são simples, mas reais; a instrumentação cresce mostrando o desespero do locutor, a voz do Sinatra cresce, desesperada, buscando uma solução que naturalmente não é encontrada. Afinal, para essas coisas não há saída.
Don't you know little fool, you never can win! Why not use your mentality? Step up! Wake up to reality!! But each that I do, just to thought of you, makes me start just before I begin......... Becase I've got you...Under my skin...
-e um suspiro cansado-
É amigo... A razão diz uma coisa, o coração diz outra... Nem dá para chamar de briga, a disputa é mera formalidade.
Essa música do Sinatra está entre as minha favoritas, difícil negar. Na adolescência, era meu 'hino do amor'.
Os versos são simples, mas reais; a instrumentação cresce mostrando o desespero do locutor, a voz do Sinatra cresce, desesperada, buscando uma solução que naturalmente não é encontrada. Afinal, para essas coisas não há saída.
Don't you know little fool, you never can win! Why not use your mentality? Step up! Wake up to reality!! But each that I do, just to thought of you, makes me start just before I begin......... Becase I've got you...Under my skin...
-e um suspiro cansado-
É amigo... A razão diz uma coisa, o coração diz outra... Nem dá para chamar de briga, a disputa é mera formalidade.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
A estadia na terra do sol poente
Está mais a oeste do que São Paulo, não reclame.
A cidade mantém um ar puro que 7 anos atrás me deixou doente e hoje em dia alegra meu estado de espírito, a cidade representa velhas amizades, velhos hobbies e velhas festas.
Ah, a festa do figo! quinquaségima nona festa do figo junto com a décima quarta expo-goiaba! Existe algo mais interiorano? Sim, existe, o desfile da bandinha militar da terceira idade. Velhinhos e bumbos, senhoras e caixas e eu gritando ao fundo: "Toca Philip Sousa!!!!".
Além dessas 'valinhensidades', havia também coisas típicas, como as frutas (festa do figo/expo-goiaba?), doces (um pacote de balas de côco a mais e R$ 3,00 a menos em mim), licores (doces que só, e por consequência de má qualidade e deliciosos) e algumas coisitchas mas.
No palco principal, preparação para o grande show. Que fui informado não haver mais, o prefeito, por contenção de gastos, decidiu abolir as 'big bands'. Uma pena, para um palco por onde já passaram grandes nomes da música ruim nacional, dentre os quais Alexandre Pires, o qual tive o desprazer de ver (ok, se eu disser que não me diverti estarei mentindo). No palco 2, um trio tocava Janes Joplin, o que foi divertido (principalmente quando lembro que eu carregava um cactus e as pessoas me olhavam com medo).
Mas a principal atração do dia foi ver os mímicos seguindo as pessoas, isso sim foi divertido. Conheço uma pessoa que pode topar isso. Podemos nos fantasiar e seguir as pessoas na Paulista, será uma tarde divertida... Farei essa proposta num futuro próximo. Ah, um cineminha no final fantasiado de mímico também seria interessante, me lembra o "Scenes from a Mall"!
O saldo final foi uma considerável dose de diversão, refeições (o café da manhã em especial) realmente boas, estreitamento dos laços maternos, o fim de um livro e o início de outro.
Nada como um fim de semana no campo!
A cidade mantém um ar puro que 7 anos atrás me deixou doente e hoje em dia alegra meu estado de espírito, a cidade representa velhas amizades, velhos hobbies e velhas festas.
Ah, a festa do figo! quinquaségima nona festa do figo junto com a décima quarta expo-goiaba! Existe algo mais interiorano? Sim, existe, o desfile da bandinha militar da terceira idade. Velhinhos e bumbos, senhoras e caixas e eu gritando ao fundo: "Toca Philip Sousa!!!!".
Além dessas 'valinhensidades', havia também coisas típicas, como as frutas (festa do figo/expo-goiaba?), doces (um pacote de balas de côco a mais e R$ 3,00 a menos em mim), licores (doces que só, e por consequência de má qualidade e deliciosos) e algumas coisitchas mas.
No palco principal, preparação para o grande show. Que fui informado não haver mais, o prefeito, por contenção de gastos, decidiu abolir as 'big bands'. Uma pena, para um palco por onde já passaram grandes nomes da música ruim nacional, dentre os quais Alexandre Pires, o qual tive o desprazer de ver (ok, se eu disser que não me diverti estarei mentindo). No palco 2, um trio tocava Janes Joplin, o que foi divertido (principalmente quando lembro que eu carregava um cactus e as pessoas me olhavam com medo).
Mas a principal atração do dia foi ver os mímicos seguindo as pessoas, isso sim foi divertido. Conheço uma pessoa que pode topar isso. Podemos nos fantasiar e seguir as pessoas na Paulista, será uma tarde divertida... Farei essa proposta num futuro próximo. Ah, um cineminha no final fantasiado de mímico também seria interessante, me lembra o "Scenes from a Mall"!
O saldo final foi uma considerável dose de diversão, refeições (o café da manhã em especial) realmente boas, estreitamento dos laços maternos, o fim de um livro e o início de outro.
Nada como um fim de semana no campo!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
As bebedeiras....
Sem álcool.
Sabe quando a gente se sente bebâdo mesmo sem ter bebido? Aquela sensação de quando você acorda às 3:00 am, vai pegar um copo de água e no dia seguinte não se lembra de nada? Ou não sabe se você fez aquilo mesmo ou se sonhou?
Para esses momentos entra a música bem alta, que impede o cérebro de 'cerebrar'.
Clowns to the left of me, jokers to the right! Here I am, stuck in the middle with you...
Sabe quando a gente se sente bebâdo mesmo sem ter bebido? Aquela sensação de quando você acorda às 3:00 am, vai pegar um copo de água e no dia seguinte não se lembra de nada? Ou não sabe se você fez aquilo mesmo ou se sonhou?
Para esses momentos entra a música bem alta, que impede o cérebro de 'cerebrar'.
Clowns to the left of me, jokers to the right! Here I am, stuck in the middle with you...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
It's Showtime, Folks!
There's no business, like show business! Like no business I know!
Aaaaaaaand...Action!
Here it is, All That Jazz.
O filme conta a história de Joe Gideon, um diretor, coreógrafo e produtor de musicais e filmes. O peronagem é uma versão glamourosa, encantada e romantizada do diretor do filme, Bob Fosse, ou seja: O filme é semi-autobiográfico e portanto, para entedê-lo melhor é preciso conhecer o diretor, que eu admito não conhecer tão bem....
Mas se assistir Cabaret, por exemplo, e depois All That Jazz verá que a carreira do diretor está retratada perfeitamente no filme 'autobiográfico'; é possível 'ver' Joe Gideon dirigindo Cabaret.
Isso dá um toque especial ao filme, mas ele tem valor próprio. Mesmo que você assista All That Jazz como uma ficção, poderá (e irá) se divertir. O personagem é bem construído, charmoso e interessante, apesar de todos os defeitos (que de forma geral enriquecem a imagem anterior, no melhor estilo 'Laranja Mecânica').
O diretor, ao se descrever, tem a oportunidade (talvez única) de ver os dilemas e dramas de sua vida, ver como reagiria, que escolhas faria (afinal, ele se conhece) e no final aceitar que às vezes sua escolha era obviamente, a errada. Como exemplo, cito a principal fonte dessa idéia:
O personagem quando está no hospital, age de forma contrária à sua sobrevivência, fumando, fazendo festas e afins. Essa é a postura de Bob Fosse diante da morte. Mas ele sabe que ela é idiota e absurda e admite isso na voz do médico, em sua palestra para os outros médicos:
-Dr, parece que ele não liga se quer morrer ou viver...
-Eu sei, mas acredito que ele quer viver, e muito ainda.
(sem precisão nas palavras, apenas nas idéias).
Então temos que mesmo sabendo o que realmente quer (viver), ele sabe como agiria (agirá), mostrando Joe (como já foi dito) fumando e se divertindo. Ele mostra seus dois 'lados verdadeiros' (que todos temos), um verdadeiro em suas reflexões, outro verdadeiro em suas ações. Quem aqui, ao assistir o filme, discordará que Joe Gideon não liga se morrer? Nem ele próprio discordaria, apesar de saber que no seu íntimo, ele gostaria de run it again.
Um outro detalhe interessante da idéia de escrever sua própria vida, é a morte. Ninguém sabe com será sua morte, se será gloriosa, se será bela, se será ordinária. Então, no filme, Bob teve a oportunidade de 'morrer' da melhor forma possível, com a morte mais glamourosa que alguém pode ter! Não é à toa que a cena de sua morte dura aproximadamente 10 minutos. E ele não pecou em nenhum detalhe, ela pode ser considerada inclusive o ápice do filme. O momento em que Joe corre pela arquibancada cumprimentando todos, é de arrepiar; a contradição entre morte e alegria é mais do que evidente, é fantástica.
E Bob fez bem. Ele morreu com um ataque cardíaco (o que mostra como ele se conhecia e foi sincero no filme) enquanto andava com um amigo num estacionamento ou parque (memória falhando); começou a sentir dor, sentou num banco qualquer e deu adeus à vida, da forma mais ordinária e natural possível.
Esses pequenos detalhes, além da trilha sonora e coreografias (pelo próprio Fosse, é claro) fazem de All That Jazz uma obra fantástica.
É interessante pensar que (talvez) seu melhor trabalho tenha sido justamente aquele que retrata seus trabalhos (e ele próprio).
Deve ser a mistura de talento e sinceridade. Bob Fosse nunca foi tão 'Bob Fosse' como em All That Jazz.
Aaaaaaaand...Action!
Here it is, All That Jazz.
O filme conta a história de Joe Gideon, um diretor, coreógrafo e produtor de musicais e filmes. O peronagem é uma versão glamourosa, encantada e romantizada do diretor do filme, Bob Fosse, ou seja: O filme é semi-autobiográfico e portanto, para entedê-lo melhor é preciso conhecer o diretor, que eu admito não conhecer tão bem....
Mas se assistir Cabaret, por exemplo, e depois All That Jazz verá que a carreira do diretor está retratada perfeitamente no filme 'autobiográfico'; é possível 'ver' Joe Gideon dirigindo Cabaret.
Isso dá um toque especial ao filme, mas ele tem valor próprio. Mesmo que você assista All That Jazz como uma ficção, poderá (e irá) se divertir. O personagem é bem construído, charmoso e interessante, apesar de todos os defeitos (que de forma geral enriquecem a imagem anterior, no melhor estilo 'Laranja Mecânica').
O diretor, ao se descrever, tem a oportunidade (talvez única) de ver os dilemas e dramas de sua vida, ver como reagiria, que escolhas faria (afinal, ele se conhece) e no final aceitar que às vezes sua escolha era obviamente, a errada. Como exemplo, cito a principal fonte dessa idéia:
O personagem quando está no hospital, age de forma contrária à sua sobrevivência, fumando, fazendo festas e afins. Essa é a postura de Bob Fosse diante da morte. Mas ele sabe que ela é idiota e absurda e admite isso na voz do médico, em sua palestra para os outros médicos:
-Dr, parece que ele não liga se quer morrer ou viver...
-Eu sei, mas acredito que ele quer viver, e muito ainda.
(sem precisão nas palavras, apenas nas idéias).
Então temos que mesmo sabendo o que realmente quer (viver), ele sabe como agiria (agirá), mostrando Joe (como já foi dito) fumando e se divertindo. Ele mostra seus dois 'lados verdadeiros' (que todos temos), um verdadeiro em suas reflexões, outro verdadeiro em suas ações. Quem aqui, ao assistir o filme, discordará que Joe Gideon não liga se morrer? Nem ele próprio discordaria, apesar de saber que no seu íntimo, ele gostaria de run it again.
Um outro detalhe interessante da idéia de escrever sua própria vida, é a morte. Ninguém sabe com será sua morte, se será gloriosa, se será bela, se será ordinária. Então, no filme, Bob teve a oportunidade de 'morrer' da melhor forma possível, com a morte mais glamourosa que alguém pode ter! Não é à toa que a cena de sua morte dura aproximadamente 10 minutos. E ele não pecou em nenhum detalhe, ela pode ser considerada inclusive o ápice do filme. O momento em que Joe corre pela arquibancada cumprimentando todos, é de arrepiar; a contradição entre morte e alegria é mais do que evidente, é fantástica.
E Bob fez bem. Ele morreu com um ataque cardíaco (o que mostra como ele se conhecia e foi sincero no filme) enquanto andava com um amigo num estacionamento ou parque (memória falhando); começou a sentir dor, sentou num banco qualquer e deu adeus à vida, da forma mais ordinária e natural possível.
Esses pequenos detalhes, além da trilha sonora e coreografias (pelo próprio Fosse, é claro) fazem de All That Jazz uma obra fantástica.
É interessante pensar que (talvez) seu melhor trabalho tenha sido justamente aquele que retrata seus trabalhos (e ele próprio).
Deve ser a mistura de talento e sinceridade. Bob Fosse nunca foi tão 'Bob Fosse' como em All That Jazz.
sábado, 5 de janeiro de 2008
Man, it's a hot one...
Like seven inches from the mid-day sun.
Carlos Santana! Guitarrista mexicano e na minha humilde opinião, um cara fodástico.
Suas músicas envolvem completamente o amor e a sensualidade caliente dos latino-americanos, e não vejo outra banda/músico que tenha expresso de forma tão clara o que é ser latino! Seu maior mérito está em fazer na guitarra riffs razoavelmente simples mas totalmente envolventes, enquanto cantava tanto em espanhol como em inglês, tendo feito sucesso nas duas línguas.
Fica aqui a recomendação:
O músico que faz sua guitarra exalar sensualidade, Carlos Santana!
Carlos Santana! Guitarrista mexicano e na minha humilde opinião, um cara fodástico.
Suas músicas envolvem completamente o amor e a sensualidade caliente dos latino-americanos, e não vejo outra banda/músico que tenha expresso de forma tão clara o que é ser latino! Seu maior mérito está em fazer na guitarra riffs razoavelmente simples mas totalmente envolventes, enquanto cantava tanto em espanhol como em inglês, tendo feito sucesso nas duas línguas.
Fica aqui a recomendação:
O músico que faz sua guitarra exalar sensualidade, Carlos Santana!
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